Mancha Gráfica

Depois da aula de ontem (03/11) pude notar a importância que tem a mancha gráfica no processo editorial, como iniciante achei meio confusa, mas a verdade é que isso seria praticamente a coluna vertebral da edição, por isso vou sempre em busca de mais e mais matérias, para que no final possa mostrar um trabalho completo, não apenas com uma bela estética e sim com uma boa estrutura de design gráfico

Trago no corpo deste post, um material interessante do Professor Wanderlei Paré, falando um pouco mais deste conceito. Siga !
Mancha Gráfica Wanderley Paré

Video de ilustração da 649ª da CAPA revista época

Infográficos para inspiração

Confira!

2.

3.

4.

5.

6.

7.

8.

9.

3 itens essenciais para seu portfólio

Existem vários portfólios bem bacanas na web, mas muitos deles esquecem de três itens que são de vital importância e podem definir se a pessoa consegue o job ou o emprego.

Biografia

É um assunto delicado. Você (ou outra pessoa que te conhece bem) precisa escrever sobre você. Tem gente que parte para a humildade, escrevendo que não sabe quase nada, tem muito a aprender e que a maioria dos trabalhos dele são ruins. Se você não quer ser contratado, apenas diga.

Seja humilde, mas nem tanto! Você não vê nenhum comercial dizendo “nosso produto é bom…não é o melhor do mercado e nem tem o melhor preço, mas é bom”. Venda seus pontos fortes, não mencione os pontos fracos, conte um pouco sobre a sua vida. Mas não seja pessoal demais!
Já li um portfólio onde a pessoa falava sobre a infância dela: o pai era alcoólatra, a mãe o abandonou quando era jovem e só reprovava na escola. Sim, em uma biografia em um portfólio pessoal. Dica: empresas não contratam por dó. Fale um pouco de onde você já trabalhou e o que você já estudou. Cuidado no entanto para não enrolar demais!
Se você é designer e está procurando um trabalho em uma agência, a agência não vai querer saber se você já trabalhou no McDonald’s por dois meses para ajudar a pagar a faculdade – a não ser que você tenha trabalhado na área gráfica, e não limpando o chão da lanchonete. Não é necessário incluir o nome das escolas onde você fez o primário, ensino fundamental e ensino médio. Faculdade é o suficiente.
Seja sucinto, seja claro e seja direto. Pense assim: se você fosse uma empresa, o que você procuraria num profissional. Escreva isto.

Forma de contato visível

Seja e-mail ou seja um formulário de contato, mantenha este item sempre visível. Pessoalmente, não gosto de incluir número de telefone pois existem clientes sem noção que ligam 9 horas da noite ou nos finais de semana. Claro que sites empresariais são diferentes e não vem ao caso mas quando o assunto é portfólio, facilite o contato.

Sua experiência / seus trabalhos

E é claro, os seus trabalhos. Muitas pessoas focam no lugar onde trabalharam, o que é bom quando a agência é grande. Outros preferem focar no que já fizeram. E os que ainda não trabalharam em lugar nenhum? Bom, aqui no blog já dei dica sobre isto.

Multimídia sem Limites

O Senac apresenta a 2ª edição do MULTIMÍDIA SEM LIMITES. Novas soluções Adobe, convergência digital entre Web, vídeo e computação gráfica e as novas tendências do Mercado digital. Vá ampliar seus conhecimentos e expandir seus limites.

Qualidade, precisão e agilidade na criação e desenvolvimento de projetos para web com CS5 Web Premium.

13/10 – Senac Penha
20/10 – Senac Jabaquara
25/10 – Senac Vila Prudente
27/10 – Senac Consolação
28/10 – Senac Guarulhos
24/11 – Senac Itaquera

Aplicações interativas para múltiplos dispositivos com a plataforma Flash CS5

17/11 – Senac Santo André

Photoshop CS5, Illustrator CS5 e InDesign CS5.Produtividade para design de documentos impressos e digitais.

14/10 – Senac Penha
21/10 – Senac Jabaquara
26/10 – Senac Vila Prudente
29/10 – Senac Guarulhos
18/11 – Senac Santo André
25/11 – Senac Itaquera

Workflow de Vídeo Digital com Adobe CS Production Premium

28/10 – Senac Consolação

Informações e inscrições:
http://www.sp.senac.br/multimidiasemlimites

0800 883 2000
Evento gratuito. Vagas Limitadas

Pare de reclamar e ajude seus clientes a realizar melhores briefings

O Richard Huntington, diretor de estratégia da Saatchi & Saatchi London, postou no seu blog um paper breve porém excelente que escreveu para ajudar clientes a brifar melhor suas agências e, consequentemente, conseguir que façam um trabalho mais eficaz.

Ele começa definindo os papéis das pessoas e documentos envolvidos no processo de briefing. Os clientes, diz, são profissionais de marketing e guardiões da marca. São eles que entendem qual desempenho o negócio precisa, conhecem os problemas que a marca enfrenta na entrega e sabe como a comunicação de marketing pode ser aplicada (junto às outras ferramentas do mix) para conseguir os resultados necessários. O brief do cliente, diz, deve refletir este papel e deve agir como um contrato entre cliente e agência para entregar soluções de comunicação que resolvam o problema designado.

A agência, por outro lado, conta, é uma solucionadora de problemas criativos. Ela sabe engajar pessoas com as marcas de forma estratégia e na execução.O brief criativo das agências é um documento interno utilizado para obter as soluções necessárias das várias áreas lá existentes. Essa é a diferença fundamental entre os dois processos de briefing.

Ele conta que, como princípio, não acredita que os clientes deveriam ter que aprovar os briefs da agência. No entanto, diz que as agências deveriam ter que aprovar os briefs do cliente – o oposto do que acontece geralmente. Ao fazer isso, no entanto, a responsabilidade da agência aumenta em muito, pois ela concordou com o que ali está – o que é ótimo. A qualidade do brief do cliente, destaca, é um desafio constante para todas as agências e, Segundo ele, a situação está cada dia pior. Isso quando se consegue um brifing escrito.

A sugestão dele, portanto, é o cliente escrever sempre um brief, não importa qual é o projeto. O brief disciplina o pensamento e força a pessoa a articular exatamente o que é necessário e funciona como um ponto de referência que volta à tona quando o trabalho for avaliado.

O Huntington encerra com uma sugestão excelente de um modelo de brief que pode ser passado e explicado aos clientes e sempre exigido na entrada de trabalhos. Vamos lá…

1 – Qual o objetivo da empresa?
É o resultado de negócio esperado como resultado da tarefa. É o que dá a base de tudo, de forma clara, dentro do contexto do negócio e garante que a agência entenda o cenário todo.

2 – Como vamos alcançar isso?
É a maneira como o cliente acredita que a comunicação pode impactar nesses objetivos. É o que garante que a tarefa tenha credibilidade.

3 – Quem precisamos convencer para que isso aconteça?
É o público da atividade e tudo que precisamos saber para atingir o objetivo proposto. É importante ser direto e cuidar para que não seja nada ambíguo ou muito amplo.

4 – Que comportamento queremos que eles demonstrem?
Nós sempre buscamos mudança de comportamento, e não apenas atitudes. Portanto, precisamos entender o que esse grupo necessita, para atingir nossos objetivos.

5 – O que os impede de agir dessa maneira?
Quais as barreiras – racionais e emocionais – que estão no caminho do resultado que esperamos? O que esse público sente ou acredita, mas que, particularmente, não nos ajuda?

6 – Que prova racional podemos oferecer para ajudá-los a mudar esse comportamento?
O que poderia fazer uma diferença verdadeira às pessoas se somente elas soubessem? Essas são as provas que vão embasar a tarefa.

7 – Como queremos que elas pessoas se sintam como resultado da iniciativa?
Que emoção queremos criar. Queremos que eles sintam admiração, surpresa, alegria, empolgação, tristeza, braveza?

8 – Quais são os requisitos?
Quais são as entregas específicas que devemos ter como parte da atividade?

9 – Que deve estar presente na execução final?
São os elementos não-negociáveis que devem ser parte do trabalho.

10 – Qual é a verba total alocada para este projeto e como é pretendido que ela seja dividida?

11 – Quais são os prazos-chave para este projeto?

12 – Como a atividade será avaliada?
As métricas que serão usadas para indicar se o trabalho obteve sucesso.

Segundo Huntington, o brief deve nos dar toda a informação que precisamos para encontrar a solução, e nada mais. Não é o lugar para contar seus preconceitos ou inventar regras. A criatividade, conta, vem de parâmetros muito bem definidos, mas também de espaço para brindar.

Parece longe da realidade? Pra muitos sim. Só que, ao invés de reclamar de briefs mal escritos pelo cliente, é essencial que a agência ajude-o a fazer da melhor forma. Reclamar não resolve nada (até cria outros problemas), dar diretrizes sobre como deveria ser feito, sim. Afinal, cliente e agência estão juntos nessa.

fonte:CARLOS HENRIQUE VILELA

Fórum Conexão Embalagem & Web

A internet é um território repleto de oportunidades que nenhuma empresa pode negligenciar. Estudos recentes mostraram que a embalagem vem se revelando uma das mais eficientes e precisas ferramentas para conduzir o consumidor até o site da empresa ou produto e pode suportar uma infinidade de ações que estabelecem novos padrões de relacionamento no cenário virtual.

Para identificar o real estágio em que se encontram as empresas brasileiras em relação a este tema tão atual, o IBOPE Educação organizou, em parceria com o Ibope Inteligência e a Greenfield, uma pesquisa que demonstra o quanto estas empresas estão sabendo utilizar a embalagem para promover a conexão com o consumidor através da internet.

Os resultados dessa pesquisa serão apresentados e debatidos por profissionais renomados no Fórum Conexão Embalagem & Web.

Palestrante: Fabio Mestriner

Convidados:
Carlos Zilli – Presidente da Imaginarium
Maurício Grocke – Presidente da ABRE

Público-Alvo:
Profissionais das áreas de Publicidade, Design, Marketing, Promoção, Merchandising, Embalagem e Web

Local:
Auditório Ibope
Al. Santos, 2101 – Cerqueira César
São Paulo – SP
(11) 3066-1500
Clique aqui para ver o mapa

Data e Horário:
09 de novembro de 2010
19h às 20h – Palestra
20h às 21h – Mesa Redonda

Vagas: Limitadas

Valor: Gratuito

fonte-ibope